terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Treinamento com reflexo condicionado, por latexhsp, atual {andaluz}_DarkM



O reflexo condicionado e o estudo do condicionamento, na psicologia do comportamento.



Tudo começou com Pavlov, que sendo fisiólogo, iniciou uma série de testes com animais.

A idéia básica do condicionamento clássico consiste em que algumas respostas comportamentais são reflexos incondicionados, ou seja, são inatas em vez de aprendidas, enquanto que outras são reflexos condicionados, aprendidos através do emparelhamento com situações agradáveis ou aversivas simultâneas ou imediatamente posteriores. Através da repetição consistente desses emparelhamentos é possível criar ou remover respostas fisiológicas e psicológicas em seres humanos e animais. Essa descoberta abriu caminho para o desenvolvimento da psicologia comportamental e mostrou ter ampla aplicação prática, inclusive no tratamento de fobias e nos anúncios publicitários.

As primeiras experiências com os cachorros eram simples. Segurava um pedaço de pão e mostrava ao cachorro antes de dá-lo para comer. Com o tempo o cachorro passou a salivar assim que via o pedaço de pão. A salivação era uma resposta quando a comida era colocada em sua boca, uma reação natural de reflexo do sistema digestivo do animal e não envolvia aprendizagem. Pavlov designou esse reflexo de reflexo inato ou não condicionado.


O cachorro de Pavlov ficou conhecido devido a uma experiência feita no início do século XX. Pavlov baseou seus estudos no condicionamento: fez a experiência de alimentar cães ao som de uma música determinada; posteriormente, ao ouvirem apenas a música, suas cobaias reagiram com secreção de saliva e de sucos gástricos.


O mesmo principio, pode ser utilizado no treinamento Ds.

Aplica-se por exemplo chicotadas ao mesmo tempo que se estimula o pênis do escravo até o gozo. Com o tempo, somente as chicotadas ja resultariam no gozo do escravo.

O mesmo princípio poderia ser aplicado na inversão, com a Dona introduzindo o consolo ou plug e estimulando manualmente o escravo até o gozo, de forma que com o tempo, a simples introdução de algo no orifício anal já deflagaria o gozo. Isso seria algo com recompensa positiva.

Poderia haver o treino, com a recompensa negativa. Aqui se estimula um comportamento, mas não há um prêmio, mas sim um castigo.

Por exemplo, condiciona-se o escravo,que sempre que a coleira for posta, ele deve já ficar de 4 pronto para a Dona, senão ele apanha muito. Ou sempre que for citada uma palavra, ele já faça algo, temendo um castigo.

Logicamente esse condicionamento tem que ser estimulado constantemente como forma de treinamento, pois se não for feito, o estímulo tende a perder força e não mais funciona.

O tipo de estímulo vai depender muito da criatividade da Dona, para definir o que Ela quer e saber o que estimula o escravo de modo a se chegar a um ótimo condicionamento.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Para os grandinhos - II


terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Marido escravo



Diversas características formam o caráter e o comportamento de um marido escravo, um marido que, além de assumir a responsabilidade de todas as contas da casa, também, assume as contas e gastos de sua mulher, cuida da casa como uma doméstica, sobretudo das roupas e das peças íntimas de sua esposa, e de todos os detalhes relativos à arrumação e manutenção da casa.


A feminização forçada é um método muito eficaz de se domesticar, de se adestrar um marido escravo, levando-o, não só a cumprir seu papel de putinha na cama,. mas, obrigando-o a fazer serviços domésticos, como uma verdadeira empregadinha, cuidando da casa e especialmente das roupas, sobretudo, as íntimas, de sua mulher Um marido corno, casto, servil e obediente.que se submeta aos desejos e ordens de sua mulher


Um dos pontos de partida para adestrar um marido escravo é o uso do cinto de castidade método que submete o marido pela falta de sexo, aos desejos de sua Dona, dando a esta uma sensação de poder deixando o homem totalmente à sua disposição e manipulação. Além disso, este controle faz com que o homem experimente novas sensações, por meio de práticas e brinquedos que anulam a sua sexualidade, ou, ao menos, tornam-na refém de sua Dona, que não precisa informar quando irá tirar o cinto de castidade de seu marido casto, pois, na verdade, um marido escravo não merece satisfação de qualquer natureza de sua Dona,inclusive de quando ele poderá voltar a gozar pelo pênis, mantendo-se casto, até mesmo, indefinidamente, visto, que um corno só pode e deve gozar pela bunda, sentindo prazer por meio da inversão, na prática do milking,. gozando pelo ânus, não alcançando o prazer pelo pênis.

Assim, a castidade resume o prazer masculino às vontades de sua Dona, fato que pode ser apimentado com castigos, surras, traduções, como forma de disciplinar seu escravo, pois, o corno deve ter sua natureza reprimida, sempre, o que impede uma ansiedade e um descontrole de sua Dona sobre ele.

Para manter este domínio, a Dona pode também praticar uma massagem prostática regular, para que a liberação do excesso de líquidos seminais acumulados seja possível durante o orgasmo anal, permitindo que ele se submeta de forma saudável a longos períodos sem usar o pênis em uma relação sexual, ao mesmo tempo em que não lhe é permitido gozar. Esta eliminação de líquidos seminais não diminui a concentração de testosterona no sangue, não prejudicando o estado de submissão do homem, o que pode ser feito a cada dois meses, mesmo sem a retirada do cinto de castidade. A massagem da próstata pode ser aliada a surras, torturas e humilhações fazendo com que o homem reafirme seus votos de submissão, subserviência, obediência e adoração á mulher que o domina e o reprime. Há, ainda, aquelas que obrigam seu marido escravo a ingerirem o próprio esperma, tornando seu corno ainda mais manso e submisso.

Um marido escravo deve ser corno por natureza, não se importando se a mulher mantém relações com outro homem, submetendo-se, inclusive. às ordens como praticar sexo oral com a esposa, mesmo após ela transar com outro homem. Aliás, o marido escravo deve fazer sempre sexo oral com a esposa, mantendo sua cabeça entre as pernas de sua Dona, viciando-se nesta prática e reconhecendo sua Dona pelo cheiro. A vontade da mulher é que conta, pois todo homem pode e deve ser domesticado, basta que a mulher descubra e entenda seu lugar, sua superioridade e assuma seu papel de Domme.

escravo marcelo



sábado, 30 de janeiro de 2010

Que bela frase!

Em uma lista do yahoo:




" eu não discuto opiniões... e expresso a minha
ou seja... não me posiciono em réplicas.."
 
*lorena*
 
(postado com autorização da autora)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Dica de blog : "FACES DA BELA"



Um ótimo blog, vale a pena conferir!

domingo, 24 de janeiro de 2010

Atenção!!!



ESTE BLOG PARA SE MANTER ATUALIZADO, NECESSITA DE COLABORADORES.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Servidão Humana



O chicote rasga minhas costas,

Curvo-me,
Encolho-me,
Lanço-te olhares suplicantes
Á espera de novos castigos.
Amo-te e rastejo, debilmente, aos teus pés,
Adoro lamber a sola de tuas botas;
Pisa-me
E corta meu rosto
Ao solo, que se torna sagrado,
Por ser pisado por teus pés.
Domina-me, Idolatrada,
Cujas mãos que, suavemente,
Alimentam meu ser,
Cruelmente, açoitam-me, sem piedade.
Dê-me vida
Com os alimentos que vêm de tuas entranhas.
Não existo, além de teus olhares,
Não respiro, além, de tuas ordens.
Anulo-me para servir-te e obedecer-te,
Carrego, obediente,em minha coleira,
O orgulho de teu nome.
Humilha-me, Deusa,
E mantenha-me, sempre, atado
Ás correntes de minha escravidão.
Lanço meu ser ao castigo de teus pés
E vivo, apenas e tão, somente para
Ser objeto de teus prazeres, de teus desejos,
De teu ódio,
De teu amor.


escravo marcelo

sábado, 16 de janeiro de 2010

Para os grandinhos - I








terça-feira, 12 de janeiro de 2010

escravo: ser inferior


 Ouvi, certa vez, uma afirmação de que um escravo não é um ser inferior, completa uma Domme. Não concordo. Uma das premissas sobre nossa condição de escravo é admitir a nossa inferioridade, diante de uma Domme. Como não ser inferior se estamos, sempre, prostrados, de joelhos, ou curvados reverenciando os pés de nossas Dommes? Como não ser inferiores se somos espancados, humilhados e usados da maneira como bem entendem as Dommes? Como não ser inferiores se somos reduzidos à condição de um animal de estimação, portando coleira, guia, andando de quatro e comendo e bebendo em terrinas? Como não ser inferiores se abrimos mão de nossas condições de homem, inclusive, na cama, onde somos penetrados por nossas Domes? Como não ser inferiores se nos tornamos simples e vis objetos, como uma privada, quando recebemos as maravilhosas chuvas com que nos brindam nossas Domes?
Somos inferiores, sim, por isso vivemos para nossas Dommes e somos felizes e agradecemos, a todo instante, por isso, por Elas cederem seu tempo precioso nos usando, colocando-nos em nosso devido lugar, com toda a paciência que usam para nos adestrar e nos moldar ás suas exigências, às suas necessidades, aos seus gostos e desejos. Somos inferiores, sim, por isso, amamos, adoramos, veneramos, idolatramos e vivemos para servir e obedecer às Dommes que são a nossa verdadeira e única razão de viver.


escravo marcelo

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Para os PODOS - Análise de personalidade através dos pés, parte I

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Bitter Moon (trecho do filme)




Sinopse:
Um casal de ingleses, Nigel (Hugh Grant) e Fiona (Kristin Scott Thomas), embarcam num cruzeiro marítimo onde conhecem a sensual Mimi (Emmanuelle Seigner), uma francesa casada com o americano Oscar (Peter Coyote), homem preso a uma cadeira de rodas. Ao notar o interesse que Nigel sente por Mimi, Oscar resolve contar sua história com ela, como se conheceram e se amaram loucamente até a paixão doentia se transformar em um ritual de humilhação.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Um oásis para quem gosta de sapatos!



Um lugar ótimo pra quem adora calçados!!
Várias lojas reunidas, sapatos femininos de todos os tipos.
Fica na Vila Leopoldina, perto da Ponte dos Remédios.
Uma ótima dica para presentear sua Senhora ou sua escrava!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Estranho Objeto do Desejo, por marcelo escravo



À Senhora,
Entrego-me toda devoção,
Apenas a coleira a cobrir meu corpo,
Minha alma,
Símbolo de minha entrega,
De minha submissão,
A Ti me entrego com devoção
minha vida é sua
Vontade, desejo, brinquedo,
Prazer, satisfação
Meu caminhar à Senhora é pleno,
De joelhos,
Lançado aos seus pés
És minha Dona,
De meu corpo, de minha alma,
De minhas vontades,
De meu coração
Seu olhar duro me açoita com energia,
Seus pés divinos me sufocam com ardor,
As cicatrizes em meu peito são marcas
Que me tornam objeto Seu,Eternizando Sua posse,
Alimentando Seu desejo,
Castigando meu corpo,
Definindo o meu ser
 (escravo marcelo)